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2025 em números

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No ano de 2025 a companhia reuniu as condições necessárias para: - fazer 4 novas produções teatrais e ou musicais (das quais dois trabalhos discográficos); - reativar a formação teatral para crianças e jovens; - dar continuidade a produções criadas em anos anteriores (Biciclética e Todos ao Monte e Fé em Deus); - investir na aquisição de instrumentos material de som/luz/fotografia e numa nova viatura; A digressão nacional permanente foi muito consistente, com um total de 78 apresentações em 21 concelhos, tendo maior presença na Região Centro, com destaque para a nova produção teatral que permitiu à companhia mostrar outras facetas do seu trabalho em grandes salas de espetáculos e não apenas na animação de eventos. Nesse ano houve ainda lugar para participar num Festival Internacional em Saran, França, com o projeto Da Cruz One Man Band. Dados estatísticos: Número total de apresentações: 78 Todos ao Monte e Fé em Deus: 12 Da Cruz One Man Band: 9 Voz dos Avós: 4 Trov'anti...

2024 em números

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Mapa digressão 2024 2024 foi um ano em que circulamos pelo país inteiro, partilhando a nossa arte com todos, cruzando saberes populares e eruditos, em espetáculos simples, mas que tocam, sem exceção, no coração de quem a eles assiste. Estabelecemos novas parcerias e trabalhámos com gente jovem, que nos fez viajar pelas memórias do início da nossa jornada artística e nos fez sorrir. Criámos uma incrível geringonça musical para a rua e gravámos um novo CD musical que será apresentado em breve. De momento, encontramo-nos a criar umas belas surpresas para apresentar em 2025 ano no qual cumprimos 30 anos de existência. Para quem gosta de números. eis os dados estatísticos do ano passado: N.º de apresentações: 89 N.º de apresentação de cada espetáculo: Da Cruz One Man Band: 29 Biciclética 19 Trov'antiga: 16 O Pai Natal Orquestra: 9 A Chiclateira: 5 Quimicomic: 5 Voz dos Avós: 3 Lengalengando: 3 Distribuição territorial dos espetáculos em 2024: no concelho d...

Todos ao monte e fé em Deus

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No passado mês de setembro, d emos início aos trabalhos do nosso novo projeto colaborativo, Todos ao monte e fé em Deus, de uma forma muito imersiva. Para tal, instalámo-nos na lindíssima aldeia de Fajão, na Pampilhosa da Serra, durante duas semanas e procurámos viajar no tempo até ao período em que Monsenhor Nunes Pereira habitava as suas paisagens e retratava as suas gentes, imortalizando-as no famoso livro Os contos de Fajão. Fomos recebidos calorosamente pelos  Fajaenses, que nos albergaram, nos guiaram, nos contaram as suas histórias, nos deram a provar as suas iguarias, nos abriram as portas do seu museu, das suas casas e dos seus locais de culto. Rapidamente  transformámo-nos em parte integrante da mobília e as ideias para o novo espetáculo e algumas músicas começaram a surgir livremente.  As sementes estão lançadas e em breve teremos mais novidades. Todos ao monte e fé em Deus -  Projeto multidisciplinar baseado na obra “Contos de Fajão” e na emblemática figu...
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  MEMÓRIAS DE ÁGUA DOCE Participação de David Cruz e João Balão no programa A Árvore da Música, de Ana Sofia Carvalheda, na Antena 1. www.rtp.pt/play/p9838/e772630/a-arvore-da-musica Sob o pretexto de apresentar o CD "Memórias de Água Doce", fala-se de música, dos processos criativos e de gravação, fala-se do Rio Ceira, das suas gentes e da sua história, desde a Nascente até à Foz.

Novos projetos 2024-2025

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Ambos os projetos submetidos pela Encerrado para Obras ao concurso de apoio à criação 2023 da DgArtes foram propostos para apoio. Num total de quase 355 candidaturas, foram selecionados para apoio 160 projetos. O projeto BICICLÉTICA, um espetáculo de cruzamento disciplinar na área do Teatro, Música e Artes de Rua, que aborda de uma forma humorística, pedagógica e interativa o tema das Energias Renováveis,  deverá ser contemplado com um apoio de 25.000 €. Quanto ao projeto de Teatro TODOS AO MONTE E FÉ EM DEUS, baseado na obra "Contos de Fajão" e na figura de Monsenhor Nunes Pereira, desenvolvido em co-produção com o Seminário Maior de Coimbra e com a jovem Companhia de Teatro Navio (criada no Porto em 2022), foi um dos projetos com melhor pontuação a nível nacional, estando proposto para um apoio de 45.000 €, patamar financeiro ao qual se candidatou. Os ensaios do projeto  Biciclética já começaram, estando a estreia marcada para 13 de Julho  na Lousã, ainda em l...

Voz dos Avós da Nascente até à Foz

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  Mini-concerto Vos dos Avós da Nascente até à Foz realizado após a conferência de imprensa de apresentação do projeto que teve lugar na Praia Fluvial da Peneda, em Góis dia 11 de julho de 2023. Um ano de trabalho intenso, levado a cabo por uma super-equipa, está prestes a iniciar o seu percurso no rio Ceira.  O 1º de 7 concertos será no dia 11 de Agosto em Arganil, concelho onde o rio nasce.O último será na sua foz, em Ceira, no dia 23 de Setembro.  Em cada semana um concerto com 12 canções originais de David Cruz, João Francisco e Maria Laranjeira. O concerto será antecedido por um filme da autoria do videasta Pedro Homem, e acompanhado de uma exposição de pintura dos utentes da Associação Nacional de Apoio ao Idoso e uma exposição de fotografia de Cláudia Santos. Não percam esta viagem às nossas Memórias de Água Doce, com canções totalmente originais que celebram e ao mesmo tempo reinventam a nossa Música Tradicional. Calendário da digressão  11 agosto, 21h30 na P...

O último que acenda a luz

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Este ano apostámos fortemente no teatro, acrescentando mais uma produção teatral à nossa longa lista que começou a ser criada em 1995. “O último que acenda a luz” é a 49.ª produção da companhia, sendo a décima peça que se debruça sobre um tema relacionado com as ciências, nesta caso a eletricidade e as energias renováveis. A peça coloca em cena o divertido casal Maria da Luz e Tó Engenhocas, acompanhados pela sua bebé Sol. Confrontada com o aumento exponencial da fatura energética da casa, a família não consegue pagar a conta, ficando assim sem eletricidade e sem gás. O inventivo Tò Engenhocas inventa então a fantástica “biciclética”, um engenho sui generis munido de cinco cremalheiras que acionam diversos sistemas, tais como uma máquina de lavar, uma secadora, uma ventoinha, entre outros. As atrizes Cláudia Santos e Maria João Borges dão corpo ao cómico casal Maria da Luz e Tó Engenhocas São ainda utilizadas outras fontes de energia renovável, com destaque para a energia solar, a...

Novos projetos

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Dando continuidade ao intercâmbio com a área da Ciência, em 2022, abordamos o tema da Química no CD "A Química do Amor" e o tema das energias renováveis no espetáculo de teatro "O Último que acenda a Luz". Com o intuito de cruzar a criação artística e a ação social desenvolvemos o projeto "Voz dos Avós da Nascente até à Foz" que conta com a participação ativa do público sénior que habita a orla do rio Ceira. A Química do Amor A QUÌMICA DO AMOR é a banda sonora original do espetáculo Quimicomic, a 44.ª produção teatral da Encerrado Para Obras, uma comédia musical e pedagógica que tem por base o tema da Química e é ideal para todas as faixas etárias a partir dos 6 anos.  Este CD, cujo lançamento ocorrerá a 27 de novembro de 2022 no MOMO-Museu do Circo, na Lousã, conta com a participação especial de um conjunto de músicos profissionais de elevada craveira técnica e artística. É de salientar que para além do músico João Balão, o projeto inclui a partic...

Dança do ter e não ter

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A viagem quer-se longa e, para poder apreciar cada momento, é conveniente dar pequenos passos sem ter medo de arriscar, exatamente como se se caminhasse na corda bamba, passos pequenos e firmes, com os sapatos adequados, roupa justa, muita leveza, concentração e um grande sorriso no rosto. Na eventualidade de uma queda, algo raro, entender que o corpo, a mente e o espírito saberão defender-se da melhor maneira e aprenderão muito com isso. Folia, 2002 A história da Encerrado Para Obras evoca sempre uma viagem, uma viagem longa por uma corda bamba imaginária que é atravessada diariamente, por tantas pessoas quantas estão disponíveis para dedicar a sua vida à arte. Pessoas criativas que não têm medo do passado, do presente ou do futuro, com uma visão muito clara do que pretendem: demonstrar, através do seu trabalho que é possível continuar a sonhar acordado, que é possível brincar, aprender coisas novas, encontrar novas soluções para problemas antigos, através do cruzamento de diversas ...

Navegar é Preciso

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  Artistrada, Itália, 2019, Foto de Maria Pezzanesi Em reconstrução permanente Entre 2018 e 2019 a companhia recuperou a força criadora que a carateriza desde o início, tendo criado um total de 6 novas produções nas áreas do Teatro e da Música, sanando algumas das feridas deixadas pela crise económica e financeira de 2010. O futuro adivinhava-se atarefado do ponto de vista da produção teatral e musical, havia boas parcerias e boas perspetivas relativamente à digressão de espetáculos dentro e fora de Portugal. Em 2018, a companhia estava a instalar-se em Leiria, o terceiro concelho onde assentava arraiais após a sua criação em 1995. Apesar da ótima receção pelos cidadãos, pelo poder local e pela comunidade artística, a pandemia de COVID-19 empurrou-nos noutra direção, levando-nos para um novo concelho no final de 2020. A gestão da pandemia obrigou ao cancelamento de espetáculos, o que afetou drasticamente as comemorações do nosso 25.º aniversário e a digressão de 2020, mas manti...

O ano em que estivémos realmente ENCERRADOS

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Este ano pode dizer-se que passámos seis meses literalmente encerrados para obras, porém, continuamos de portas abertas para receber as influências do novo território e das pessoas que por cá nos acolheram. Temos imensas ideias que gostaríamos de partilhar com pequenos e graúdos, ideias com músicas, imagens, atividades, danças e invenções, para apresentar na rua, em salas de espetáculos ou em qualquer espaço no qual sejam desejadas. excerto do espetáculo Trov'Antiga na Igreja de Santa Maria, Castelo de Leiria, Julho 2021 Superámos mais uma prova dura que veio revelar de que é que somos feitos e qual a nossa relação de proximidade com as artes do espetáculo e com as pessoas que procuram renovar-se através delas. Mudámos novamente de casa e de comunidade, fizemos obras de reabilitação pelas nossas próprias mãos, gravámos as bases do CD A Química do Amor, continuámos a apresentar os espetáculos em carteira e ainda tivemos um tempinho para rabiscar as novas produções que gostaríamos...

A arte de fazer castelos na areia

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A nossa família, os nossos amigos, os nossos vizinhos, o nosso público, e a maior parte dos habitantes da Terra estão a viver tempos muito desafiantes aos quais só sobreviverão se encontrarem a sua força interior e se guiarem em conjunto rumo a um futuro mais próspero. O nosso contributo, enquanto artistas, rumo a esse futuro continua a ser levar teatro, música e alegria ao máximo número de pessoas possível. É uma responsabilidade enorme da qual nunca iremos prescindir, pois sabemos o quão frágil é a vida humana quando vivida em desarmonia por um período indeterminado de tempo. Vídeo promocional do espetáculo Boldie & Cloide Neste momento específico da história vemos que reina a confusão e a desinformação, levando-nos a reagir apenas, a simplesmente sobreviver, o que acaba por normalizar estados perigosamente contagiantes de medo, desânimo e dormência, que são inimigos da vida, da tão almejada prosperidade e da saúde, claro. Muitas pessoas encontram-se sem tempo para cuidar das n...

Voltar ao mundo dos vivos

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Pela primeira vez ficámos impossibilitados d e partilhar efetivamente o nosso bem mais precioso com as pessoas, a nossa capacidade de animar, ou seja de dar vida através do conhecimento, da criatividade, da arte, da interação com o público.  A nova realidade obriga a manter grandes distâncias (de segurança) entre os artistas e o público, mas nada impede a partilha de afetos e de energia positiva dos quais todos nos alimentamos. Apesar da confusão, do medo e do cansaço crescentes, adaptámo-nos e continuámos a produzir a lheios ao facto de a nossa agenda ter sido cancelada desde meados de março até meados de julho. Emitimos alguns espetáculos através da nossa sala de ensaios,  umas vezes em direto, outras vezes mediante gravações feitas com recursos limitados, um exercício que nos permitiu continuar ativos, ensaiar muito e refinar os espetáculos, mantendo a interação possível através das redes sociais. Em maio,  integrámos a programação  digital  das salas de espe...